Os policiais militares escalados para monitorar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foram atacado por cães sem raça definida, os populares “vira-latas caramelo“, que pertencem à família e circulam livremente pelo terreno. A situação eleva o nível de alerta das equipes de vigilância, que permanecem restritas à área externa da residência.
Cães caramelo de Bolsonaro dificultam rotina de policiais
A operação de monitoramento é dividida entre a fachada e os fundos da residência, onde também atuam agentes do GSI (Gabinete de Segurança Institucional). No entanto, o acesso ao interior da casa é proibido aos policiais militares.
Segundo o Metrópoles, policiais relataram que a presença constante de dois cães soltos dificulta a movimentação. Os animais já teriam atacado e mordido agentes em ao menos duas ocasiões distintas durante os turnos de guarda.
Somado aos episódios inusitados com os cachorros, o efetivo sofre com a escassez de instalações adequadas para longos períodos de trabalho. O uso do único banheiro disponível, situado nos fundos do imóvel, é restrito.
Sem um abrigo próprio contra as variações climáticas, parte da equipe acaba aguardando na garagem ou em áreas completamente descobertas. Essa falta de espaço apropriado para descanso compromete a rotina dos profissionais destacados para a missão.
As regras do STF para a prisão domiciliar
A vigilância externa acompanha as exigências da medida cautelar de Bolsonaro, que deixou o hospital e cumpre prisão domiciliar desde 27 de março de 2026. A determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) estipula um período inicial de 90 dias neste regime.
A rotina de controle policial exige que o ex-presidente compareça periodicamente diante do tenente responsável pela equipe. Além disso, Bolsonaro precisa se apresentar formalmente em horários previamente definidos, demandando atenção contínua da patrulha.
Os policiais militares escalados para monitorar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foram atacado por cães sem raça definida, os populares “vira-latas caramelo“, que pertencem à família e circulam livremente pelo terreno. A situação eleva o nível de alerta das equipes de vigilância, que permanecem restritas à área externa da residência.
Atualmente, o ex-presidente divide a residência apenas com a esposa, Michelle Bolsonaro, a filha mais nova, Laura, e a enteada.
Condenação de Bolsonaro e histórico no STF
A prisão domiciliar ocorre no contexto do cumprimento da pena de Jair Bolsonaro, que foi condenado pela Primeira Turma do STF em setembro de 2025. O ex-presidente recebeu uma sentença de 27 anos e três meses de prisão.
A condenação está relacionada à acusação de liderar uma trama para tentar impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições de 2022.







