O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de outras autoridades do governo, foi retirado às pressas do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca na noite de sábado, após relatos de disparos de arma de fogo no local. Na ocasião, um agente do Serviço Secreto, que estava de colete à prova de balas, foi atingido, mas recebeu alta do hospital neste domingo. O suspeito foi posteriormente identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos.
Em um pronunciamento na Casa Branca, após o incidente, Trump disse que o homem que efetuou os disparos “provavelmente era um atirador solitário” e o classificou como “uma pessoa muito doente”. Segundo o presidente, as autoridades realizam buscas no apartamento do suspeito para entender as motivações do crime.
O que aconteceu
Imagens de câmeras de segurança divulgadas por Trump, do hotel Washington Hilton, onde acontecia o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, mostram uma pessoa passando correndo por seguranças, que então se viram e a perseguem. Citando fontes policiais, a rede americana CBS News afirmou que, pelo menos, cinco a oito tiros foram disparados.
Dentro do próprio salão de baile, onde mais de 2 mil pessoas estavam reunidas para o evento, imagens mostraram Trump e a primeira-dama, Melania Trump, em seus lugares em um palco na frente do salão conversando com outros convidados, quando fortes estrondos foram ouvidos à distância.
Eles aparentemente perceberam a comoção na sala e foram retirados às pressas do palco pela segurança, enquanto alguns convidados se abrigaram. Vários agentes do Serviço Secreto correram para o palco, portando armas, enquanto os participantes se abaixavam para se esconder sob as mesas redondas.
A sala foi brevemente isolada, antes de ser anunciado que o evento seria adiado e remarcado. Os participantes foram retirados da sala, e muitos tentaram noticiar os acontecimentos.
Além de Trump e Melania, integrantes da alta cúpula do governo estavam presentes, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., que foi visto sendo escoltado por agentes de segurança durante a confusão. Scott Bessent (secretário do Tesouro), Tulsi Gabbard (diretora de inteligência nacional), Sean Duffy (secretário de Transportes) e Karoline Leavitt (secretária de imprensa) também estavam no local.







