Governo Trump quer pena de morte para atirador de Washington

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, aliada de Donald Trump, disse hoje à emissora americana Fox News que o rA procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, afirmou nesta quinta-feira (27) que, caso que os dois integrantes da Guarda Nacional baleados em Washington não resistam, vai buscar a pena de morte para o responsável pelo ataque.


Em entrevista à emissora americana Fox News, um dia depois do crime, a aliada do presidente Donald Trump revelou que os dois militares sobreviveram à cirurgia a que tiveram que ser submetidos, mas não quis dar detalhes do estado de saúde deles.
E disse que, caso eles não resistam, o imigrante afegão que foi preso após o crime deve enfrentar acusações de terrorismo e sua pena mínima será a prisão perpétua.

“Neste momento, vamos basear as acusações no prognóstico deles. Ambos passaram por cirurgia. Não vou falar sobre o estado de saúde deles agora. Estamos rezando pela recuperação deles, mas, na pior das hipóteses, a pena mínima será prisão perpétua com acusações de terrorismo. Se algo acontecer, eu aviso agora mesmo: faremos tudo ao nosso alcance para buscar a pena de morte contra esse monstro que não deveria estar em nosso país”, declarou.

O autor do ataque foi identificado como Rahmanullah Lakanwal, um cidadão afegão que, segundo as autoridades, chegou aos EUA em 2021. Ele também ficou ferido e foi levado para um hospital, segundo as autoridades.

O diretor da CIA, John Ratcliffe, contou que o suspeito trabalhou com “o governo dos EUA, incluindo a CIA, como membro de uma força parceira em Kandahar” durante a guerra do Afeganistão.

Bondi ainda contou que uma das vítimas era uma “jovem” que havia se voluntariado para trabalhar durante o feriado de Ação de Graças:

“Ela se ofereceu como voluntária, assim como muitos daqueles guardas, para que outras pessoas pudessem estar em casa com suas famílias, mas agora suas famílias estão em quartos de hospital com elas enquanto lutam por suas vidas”.

Pouco depois da entrevista da procuradora-geral, Jeanine Pirro, procuradora do Distrito de Columbia, onde está a capital, também se pronunciou. Afirmou que os dois militares baleados estão em “estado crítico” e que o atirador, que também está internado ainda, usou um revólver no ataque.

“As acusações são de três crimes de agressão com intenção de matar. Mas vamos continuar a monitorar para ver quais acusações serão feitas, dependendo da condição dos guardas”, ponderou.

O diretor do FBI, Kash Patel, informou que a investigação de terrorismo contra o afegão está em andamento.

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