Entre promessas e um acordo bilionário, os presidentes Donald Trump e Volodymyr Zelensky se reuniram na Casa Branca para discutir o futuro da guerra no leste europeu, que já se estende por mais de três anos e meio.
Em uma visita com clima notavelmente mais amigável que a anterior, Zelensky trocou o uniforme militar por um terno escuro e foi recebido calorosamente por Trump, três dias após o presidente americano se encontrar com Vladimir Putin no Alasca.
Durante a reunião no Salão Oval, Trump ofereceu aos EUA a possibilidade de fornecer garantias concretas de segurança contra novas ofensivas russas. Em troca, o líder ucraniano se comprometeu a adquirir US$ 100 bilhões em armas americanas para obter essas garantias.
O encontro foi interrompido por uma ligação de Trump a Putin, na qual o presidente americano sugeriu um encontro entre os três líderes. O local para essa cúpula ainda será definido.
No entanto, as negociações esbarram em condições distintas: enquanto Zelensky e os líderes europeus defendem que a Rússia imponha um cessar-fogo para que o encontro ocorra, Trump foca em seu objetivo de acabar com a guerra “de uma vez por todas”.
REAÇÃO RUSSA
O Kremlin, por sua vez, rejeitou a ideia de envio de forças da **OTAN** para atuar como forças de paz na Ucrânia e classificou a possibilidade de um encontro entre Putin, Trump e Zelensky como apenas uma “ideia” a ser considerada.







